quarta-feira, 18 de março de 2015
Feira de doação de livros
Realizamos a nossa primeira feirinha de doação de livros no pátio de nossa escola no dia 11 de março. Os alunos do 6º ao 9º anos adoraram! Foram 4 títulos. Acompanhem as fotos! Um sucesso!
sábado, 12 de abril de 2014
Calouste vai ao teatro!
As turmas do PEJA I e do PEJA II da E. M. Calouste Gulbenkian, no dia 10 e 11 de abril, foram ao Teatro Maison de France assistir à peça "Camille e Rodin", de Franz Keppler com direção de Elias Andreatto, numa parceria entre as Secretarias de Cultura e de Educação da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Um texto primoroso, com excelentes interpretações de Leopoldo Pacheco e Melissa Vettore, contou a história de amor vivida pelos escultores franceses Camille Claudel e Auguste Rodin.
Nossos alunos, muito comportados, aguardaram o início do espetáculo no hall de acesso ao balcão do teatro.
Abaixo, podemos saber um pouco mais sobre o processo de criação da peça, através das palavras do autor, Franz Keppler:
As turmas do PEJA I e do PEJA II da E. M. Calouste Gulbenkian, no dia 10 e 11 de abril, foram ao Teatro Maison de France assistir à peça "Camille e Rodin", de Franz Keppler com direção de Elias Andreatto, numa parceria entre as Secretarias de Cultura e de Educação da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Um texto primoroso, com excelentes interpretações de Leopoldo Pacheco e Melissa Vettore, contou a história de amor vivida pelos escultores franceses Camille Claudel e Auguste Rodin.
Nossos alunos, muito comportados, aguardaram o início do espetáculo no hall de acesso ao balcão do teatro.
Abaixo, podemos saber um pouco mais sobre o processo de criação da peça, através das palavras do autor, Franz Keppler:
"Fevereiro de 2011. Café
Athenas. Foi lá que ouvi a Melissa falar de seu projeto com o Léo
de fazer uma peça sobre Camille e Rodin. E no final da conversa,
veio o convite: você quer escrever essa peça? Impossível recusar.
Transpor para o a história destes dois grandes escultores franceses
era um desafio no mínimo apaixonante. Durante 09 meses mergulhei em
livros de arte, psicanálise, biografias, textos, cartas e documentos
até definir como contar essa história. E duas esculturas foram
fundamentais nessa decisão. A primeira delas: As Portas do Inferno.
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| As Portas do Inferno, Auguste Rodin |
Rodin havia acabado de receber a encomenda desta obra quando se deu
o primeiro encontro entre ele e Camille. Um encontro decisivo,
transformador e que impulsionaria o trabalho de ambos. Em
contraponto, uma porta que, quando aberta por Camille, a levaria ao
inferno em que viveria até sua morte trágica num asilo. A segunda
obra, esculpida por Camille, foi Clotho.
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| Clotho, Camille Claudel |
A imagem dessa velha gótica,
a mais jovem das moiras segundo a mitologia, tecendo a vida, me
trouxe a estrutura da narrativa: os dois, já velhos, já separados,
em tempos e espaços diferentes, tecendo suas histórias através da
memória, lembranças que se cruzam de modo não linear e que revelam
gradativamente detalhes de suas vidas, de suas obras, de seus
embates, ambiguidades e angústias, traçando paralelamente, um
panorama artístico e social do final do século XIX e início do
século XX.
Essa estrutura me permitiu inserir nos diálogos trechos
de entrevistas, críticas da época e cartas escritas por Camille e
Rodin, bem como conciliar a fidelidade dos acontecimentos à licença
poética tão necessária em obras como essa. Procurei também não
tecer julgamentos sobre os artistas ou sobre uma época. Deixo-os
para vocês, se é que é possível julgar dois grandes gênios
críticos que passaram suas vidas em busca de compreensão e
liberdade."
Veja a seguir obras de Rodin e Camille, citadas no espetáculo:
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| O Beijo, Auguste Rodin |
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| A Idade Madura, Camille Claudel |
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Maratona de Histórias na Calouste
No dia 10 de outubro, aconteceu em nossa unidade o "Dia da Maratona de Histórias".


Com a turma 2001, houve a contação das histórias "Chapeuzinho Vermelho" de Charles Perrault e "Fita verde no cabelo" de Guimarães Rosa.
Após a contação, os alunos foram convidados a realizar as seguintes atividades:
1- Criação de um texto coletivo com o título escolhido pela turma. A ideia principal era usar Boné...! O enredo aconteceu na cidade do Rio de Janeiro.
2- Pintura do personagem principal.
3- Confecção de um mural com o resultado da atividade.
Partindo da leitura muito concorrida pelos alunos do livro "Diário de um Banana" foi desdobrada a seguinte atividade:
1- Exibição do filme "Diário de um Banana" (número 1) - Cine Pipoca.
2- Comparação entre livro X filme.
3- Partindo do estudo realizado foi montado um mural com a produção escrita e ilustrada sobre uma situação que foi registrada na página de diário.
4- Cada aluno fez a escolha de um momento marcante do filme ou livro para ilustrar e recontou com suas palavras.
DIÁRIO DE UM
BANANA :
PREFERÊNCIA NACIONAL QUE LEVANTA IDEIAS...
Na Bienal do Livro 2013 a Sala de Leitura adquiriu para seu acervo a coleção completa do “Diário
de um Banana”, um dos mais procurados livros por alunos de diferentes idades, em especial, os de sexto ano ,que após lerem a obra, assistiram ao filme e compararam duas diferentes
abordagens da mesma ideia.
As turmas de sétimo ano, que também
demonstraram interesse pela coleção, realizaram atividades criativas formando uma “banda musical”, enquanto a
criação de uma página de diário ficou por conta do oitavo ano, que estudou, durante o terceiro bimestre nos
cadernos pedagógicas, a construção deste tipo de texto.
Os alunos
gostaram muito das atividades realizadas, que seguiram etapas baseadas na gradação de dificuldades, atendendo assim suas características de desempenho .
Foi uma experiência bastante produtiva
para os alunos e para as professoras Selma Russo, Carolina e Maria de
Fátima, responsável pela Sala de Leitura e aquisição de tão rico acervo.
PARABÉNS A TODOS PELO TRABALHO DESENVOLVIDO!
Foi um dia festivo e muito produtivo.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Calouste na XVI Bienal do Livro
| Professora Carol Motta e os alunos |
Uma das atividades mais esperadas pelos alunos aconteceu ontem (04/09 - quarta-feira): nossa ida à XVI Bienal do Livro, no Riocentro.
Foi uma manhã/tarde maravilhosa. Os jovens adoraram, pois visitaram vários estantes, conheceram alguns autores, compraram livros e fizeram uma atividade lúdica-cultural:
Visitamos o estante "Recontando: jornalismo na medida para as crianças", onde o alunado assistiu algumas notícias e teve que recontá-las através da criação de vídeos.
Eles adoraram, pois puderam mostrar sua criatividade e desinibição.
Como é bom quando os jovens percebem que o mundo mágico da Literatura está tão perto deles, sendo palpável e divertido.
Algumas fotos da visitação:
| Profª Carol e alunos |
| Profª Carol, Maria Lúcia e alunos |
| Professoras Mª de Fátima, Patrícia e alunos |
Esse dia foi inesquecível e ficará guardado para sempre na memória de nossos alunos.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Premiação Projeto "Redação Folha Dirigida 2012"
Quem lê, viaja... alça novos horizontes e conquista muitas vitórias. A aluna Larissa de Freitas Santos da turma 1802 é um exemplo deste pensamento.
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| Larrisa à esquerda |
Constantemente presente à Sala de Leitura, ávida leitora e através do excelente trabalho de apoio realizado pela professora Maria de Fátima, regente de Sala de leitura, a aluna conquistou o prêmio de vencedora do Concurso de Redação da Folha Dirigida 2012 e teve o privilégio de representar todos os alunos contemplados da 1ª CRE. O tema foi "Rio - sem preconceito!"
O evento aconteceu no dia 16 de agosto, sexta-feira, às 15:00 h no Salão da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.
O texto de Larissa foi este:
Rio – À procura de uma escola ideal
Na minha opinião, escola é lugar de se
estudar e não de ter preconceito entre os alunos que estudam nela.
Hoje em dia, isto acontece muito nos
colégios. Pessoas sendo discriminadas pela cor, pela maneira de se vestir,
religião, opção sexual, etc. Isso tudo é errado. Nenhuma pessoa deve ser
discriminada. O nome disso é bullying!
Eu já passei por isso na minha sala de
aula. Alunos colocando apelidos desagradáveis em mim. Tive que ir à
direção. Só assim eles pararam.
Estou cansada de ver os alunos se
insultando, se agredindo, se depreciando.
Existem aquelas crianças ou jovens que xingam um membro da família do
colega (geralmente a mãe ou o pai). Também há alunos que fazem fofocas, dizem
mentiras e até mexem nas coisas dos colegas. Tudo isso é bullying.
Outra coisa muito importante é que as
pessoas não deveriam julgar os outros pelo seu aspecto físico, maneira de falar
ou andar e, sim, ver o caráter que eles apresentam.
O meu maior sonho é estudar em uma
escola sem preconceito, em que todos os alunos vivam em perfeita harmonia e que
eles sejam unidos, pois a união faz a força. Nada de preconceito e violência!
Larissa de Freitas Santos
Larissa e a Professora Maia de Fátima merecem nosso respeito e admiração pela seriedade com que encaram suas respectivas jornadas como estudante e educadora e está é uma das características que, certamente, levaram-nas à conquista desta e muitas vitórias futuras.
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| Profª.: Maria de Fátima e Larissa |
A elas, o agradecimento por levarem o nome da E. M. Calouste a mais um degrau de empenho.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Realização do 2º COC
No dia 16/07/2013 (quarta-feira) realizou-se o 2º COC de nossa unidade. Foi um momento de reflexão, avaliação, criação de novas metas e perspectivas.
| Coordenadora Selma, Orientadora educacional Araceli e Diretora karla |
A pauta foi a seguinte:
1- Ouvindo... escolhendo... e trocando ideias.
2- Buscando e traçando caminhos.
O primeiro momento foi para reflexão, exposição de ideias e muita emoção.
A coordenadora Selma entregou aos presentes a letra da música "Tocando em frente" de Almir Sater e exibiu um vídeo dessa música cantada por Maria Bethânia. Durante e após a exibição do vídeo, a emoção aflorou no ambiente. Selma pediu-nos que ressaltássemos um trecho da música em que houvesse um paralelo com nossa atividade educativa.
Eis a letra da música:
Tocando em Frente
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte,
mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Com um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque jpa chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Almir Sater
Os professores participaram ativamente do COC, falando sobre seu fazer pedagógico e dando sugestões para um melhor desempenho dos alunos no bimestre vindouro.
A coordenadora Selma terminou o COC com uma mensagem de incentivo a todos os docentes.
Turma 8701 e Nelson Mandela
Os alunos da turma 8701 do professor Delfim, após lerem o livro "Mandela o africano de todas as cores" de Alain Serres e Zaü, criaram uma interpretação cênica de uma parte da história.
A filmagem retrata o momento em que Nelson Mandela está disfarçado de motorista
conduzindo um carro, quando é parado pela polícia, que já sabendo que ele estava
disfarçado, anuncia a sua prisão. As cenas seguintes fazem de forma muito
resumida a trajetória entre este momento e o julgamento dele, em que é condenado
a cinco anos de prisão e levado para o presídio da Ilha de Robben, onde termina
a encenação.
Os alunos foram os responsáveis pelas cenas, sendo o professor o filmador.
Foi uma aula em que a turma toda participou, demonstrando toda a sensibilidade deles a partir do enredo.
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